Espaço de informação e contacto com os leitores interessados em descobrir o seu sentir e reverem-se neste espelho de emoções e processos evolutivos pessoais e colectivos.
FILOSOFANDO Quando o Yoga passou a fazer parte da minha vida, comecei a usar o Hatha Yoga (uma ginástica), como meio de trabalhar o corpo, dum jeito bem diferente da que estava habituada. Foi uma sensação estranha, mexer o corpo, e não sentir dores, com uma sensação de leveza e bem-estar que me marcaram definitivamente! Durante muito tempo, essa disciplina foi a maneira de ir descobrindo, que dominar o corpo exige uma atenção, alguma perseverança, mas com a noção de que o poder era meu. A partir do momento em que tive a oportunidade de ler sobre esta filosofia, tomei consciência de que tinha entrado num processo de desenvolvimento, com etapas a pedirem uma grande entrega, com a disponibilidade para as aceitar, ponto por ponto. O Hatha Yoga, como disciplina, prepara-nos para uma ampliação da consciência, e percebermos quais são as nossas tendências em termos de tendências, se somos mais solidários, mais físicos ou mais mentais. Podemos ser karma yoguis, a servir uma comunidade...
VARIEDADE Nada como ir a uma consulta, e ficar um bom tempo na sala de espera, para realizar uma quantidade de impressões, que nos despertam para uma realidade, constatando como é variada a nossa população, em termos de idade, raça, aparência e comportamento. Os estilos de vestuário não têm limite, mostrando a diversidade, que reflecte a cultura actual, em que cada um se aperalta como lhe apetece, pode ou lhe convém! Acho que é uma sorte, sermos livres o suficiente para nos apresentarmos a gosto, sem a preocupação dos julgamentos alheios, digo eu, que fui obrigada a vestir o que a minha mãe achava mais conveniente para cada circunstância… Hoje em dia, ganhei uma certa liberdade, sem me cingir a modelos ou apreciações, mais ou menos oportunas, ou agradáveis. Sou do tempo em que havia convenções a mais, que nos obrigavam a cumprir com as regras duma chamada boa educação, de um gosto associado ao grupo social, onde nos encontrávamos inseridos. Na minha adolescência e...
I NESPERADO Quando partimos à descoberta, para aproveitar a manhã, sem ser às compras, ou qualquer outro compromisso, dei voltas à imaginação, para encontrar um lugar suficientemente interessante onde pudéssemos saborear o momento e, talvez, aprender alguma coisa. Tendo em consideração algumas dificuldades de movimentação, procurei algo que não fosse muito distante de casa, e fácil para nós. Servindo-me do Google, e algumas ideias a virem à lembrança, fomos ter ao Mosteiro de Nossa Senhora de Chelas. Aqui, tirei a minha primeira foto para a reportagem costumeira. Vi de lá sair um rapaz, e perguntei-lhe se a podíamos visitar, ao que ele me fez saber que era uma igreja ortodoxa, destinada a Ucranianos. Não perdemos a oportunidade de a conhecer e entrámos, deparando com o final de uma cerimónia baptismal, o que foi muito agradável de ver, tendo felicitado as famílias. Deixando que terminasse, apresentei-me ao sacerdote, mostrando interesse em ouvir alguma explicação sobre a...
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